
O IV Congresso Nacional da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora se encerra reafirmando que as trabalhadoras e trabalhadores estão organizados, conscientes e dispostos a lutar. A leitura e aprovação da tese unificada expressa a nossa unidade política, construída por diferentes correntes, experiências e categorias que, a partir do debate, constroem uma síntese comum para orientar a luta da classe trabalhadora em todo o país.
Junto a isso, a aprovação das moções e das mudanças estatutárias expressa um acúmulo coletivo construído na base, com debate sério e compromisso com a transformação social. A decisão por mandatos de 4 anos fortalece a continuidade das nossas lutas e dá mais fôlego para enfrentar o capital. A ampliação da direção garante mais representatividade das regiões e das diferentes forças que constroem a Intersindical no dia a dia, nas fábricas, nos canteiros, nos aplicativos, no campo e nos serviços públicos.
Esse processo renova a direção e o conselho fiscal e fortalece a pluralidade que marca a nossa central. Não se trata apenas de reorganizar a estrutura, mas de preparar a Intersindical para os desafios concretos do próximo período, com democracia interna e capacidade de enfrentamento.
Diante da precarização, da retirada de direitos e da exploração crescente, saímos deste Congresso Nacional com unidade, clareza política e disposição de luta. A Intersindical segue firme, independente e combativa, porque só a luta organizada da classe trabalhadora pode mudar a sua realidade.
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