Uma vitória da mobilização, mas a luta continua!

Imagem: Comunicação da Intersindical
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Existem vitórias no PL apresentado por Lula/MEC, como o aumento da carga horária para 2.400 h na educação básica, a combinação do conjunto dos setores das ciências, estabelecendo relações entre elas, ou seja, os estudantes estudando de forma conjunta o que contribui para a sua formação integral. O retorno das disciplinas de humanidades, como História, Filosofia, Geografia, Sociologia é positivo e foi uma conquista por conta da mobilização.

Os itinerários formativos permanecem, agora com a denominação de “percursos de aprofundamento e integração de estudos”, que continua fatiando o currículo em 4 partes, ou seja, não garantindo toda a integralidade do conhecimento aos estudantes.

No entanto, o governo mantém a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e não retira os professores com notório saber, mesmo sendo uma “excepcionalidade”, mas sabemos que isso pode ser uma manobra da reforma para abrir espaços para os professores sem formação.

Um ponto que devemos ficar atentos é que a atual proposta foi construída com os mesmos setores empresariais que elaboraram o Novo Ensino Médio, como fundação Lemann e o Movimento Todos pela Educação. E o CONSED – Conselho de Secretários Estaduais de Educação (absoluta maioria de direita, da neoliberal aos apoiadores de Bolsonaro).

Às vésperas do início das conferências da educação, o movimento conseguiu obter uma vitória parcial por conta das mobilizações por todo Brasil para revogar o NEM. O envio de PL ao Congresso Nacional tira o foco de cobranças e pressões do Ministro Camilo e transfere para o Congresso Nacional, espaço muito adverso. Camilo “lava as mãos”, quando poderia ter feito alterações via mecanismos infra legais, como Portarias a partir do MEC.

Seguiremos na luta para que a revogação do Novo Ensino Médio seja completa.

Uma vitória da mobilização, mas a luta continua!

Existem vitórias no PL apresentado por Lula/MEC, como o aumento da carga horária para 2.400 h na educação básica, a combinação do conjunto dos setores das ciências, estabelecendo relações entre elas, ou seja, os estudantes estudando de forma conjunta o que contribui para a sua formação integral. O retorno das disciplinas de humanidades, como História, Filosofia, Geografia, Sociologia é positivo e foi uma conquista por conta da mobilização.

Os itinerários formativos permanecem, agora com a denominação de “percursos de aprofundamento e integração de estudos”, que continua fatiando o currículo em 4 partes, ou seja, não garantindo toda a integralidade do conhecimento aos estudantes.

No entanto, o governo mantém a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e não retira os professores com notório saber, mesmo sendo uma “excepcionalidade”, mas sabemos que isso pode ser uma manobra da reforma para abrir espaços para os professores sem formação.

Um ponto que devemos ficar atentos é que a atual proposta foi construída com os mesmos setores empresariais que elaboraram o Novo Ensino Médio, como fundação Lemann e o Movimento Todos pela Educação. E o CONSED – Conselho de Secretários Estaduais de Educação (absoluta maioria de direita, da neoliberal aos apoiadores de Bolsonaro).

Às vésperas do início das conferências da educação, o movimento conseguiu obter uma vitória parcial por conta das mobilizações por todo Brasil para revogar o NEM. O envio de PL ao Congresso Nacional tira o foco de cobranças e pressões do Ministro Camilo e transfere para o Congresso Nacional, espaço muito adverso. Camilo “lava as mãos”, quando poderia ter feito alterações via mecanismos infra legais, como Portarias a partir do MEC.

Seguiremos na luta para que a revogação do Novo Ensino Médio seja completa.

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