
O PESO DO TRABALHO E OS CORPOS QUE AGUENTAM: QUEM SÃO OS CORPOS QUE SUSTENTAM AS ESTRUTURAS DA ESCALA 6X1
Wanise Cabral Silva
Ludmila Rodrigues Antunes
Mariane Pereira Rodrigues
Neste artigo buscamos refletir sobre o modelo de regulamentação da jornada de trabalho adotada no Brasil – mais especificamente da jornada 6×1 – e suas consequências no cotidiano e nas relações de trabalho no país. Partimos da hipótese de que a carga horária de trabalho com 44 horas, realizada em 6 dias da semana, atinge determinados corpos que sustentam esse modelo e aguentam o peso de uma jornada exaustiva. A partir da análise de pesquisas e notas técnicas buscaremos entender qual o perfil do(a) (s) trabalhador(a)(s) submetido(a)(s) a tal escala e como a proposta de Emenda Constitucional, que propõe mudar a Escala 6×1, a partir dos debates públicos, e o movimento Vida Além do Trabalho (VAT) podem contribuir para mitigar os efeitos da hiperexploração temporal.
Clique aqui e leia o 29º artigo completo.
Comentários